A decisão do deputado estadual Bruno Toledo em não disputar a reeleição acendeu um sinal de alerta nos bastidores da Assembleia Legislativa de Alagoas (ALE). O movimento, que já circula como praticamente consolidado entre aliados, tem impacto direto na sucessão interna da Casa.
Bruno deverá assumir a vaga do pai, Fernando Toledo, no Tribunal de Contas de Alagoas. A articulação planejada como natural dentro do grupo político da família, mas que provoca um efeito colateral para a sucessão na presidência da Mesa Diretora do Legislativo estadual.